sábado, 3 de dezembro de 2011

Olhos

Por quê as pessoas não olham nos olhos?
Parece instintivo...

Quando dois olhos desconhecidos se encontram, eles semplesmente se repelem.

Talvez isso tenha algo haver com aquela história "os olhos são a janela da alma".

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Quero voltar a escrever

Eu falei isso hoje pra Monique.
Monique é uma menina que conheci à uma semana (no ultimo sábado 26/11), e que é bem interessante (não vou falar sobre ela agora). Mas acho que ela não acha o mesmo sobre mim - ela nunca pergunta.
Se por acaso ela um dia ler essa publicação, foi por que veio procurar por si mesma. Não acredito que ela algum dia peça pra ver esse blog (ela sabe que eu tenho um blog desse tipo). Como eu disse, ela não pergunta.
Não que eu ache isso uma coisa ruim, é o jeito dela.

Ultimamente passei por um deserto criativo, parei de escrever "Contos de Altamir" e aquela outra história que ainda não tem nome. Mas, em contra partida eu escrevi uma música que eu acho que ficou até boa.
Como diz o titulo, eu quero voltar a escrever, nem que seja só Contos de Altamir. Preciso exercitar minha criatividade.

P.S.: vou acabar transformando isso aqui em um diário (isso não é nada bom).

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Desempregado

Por pouco tempo...
Na verdade eu bem queria continuar só estudando, mas realmente preciso trabalhar. Afinal, eu quero sair de casa quanto antes.

Não que eu odeie meus pais, ou algo do tipo.
Na verdade é que as vezes eu fico sufocado, com opiniões, sugestões e palpites. Então eu simto que preciso de meu espaço... Aquela coisa de "um lugar pra chamar de meu".

Convenhamos, acho que isso não é só uma ideia minha, muita gente na minha idade tem esse pensamento de TER seu lugar.


Então, a algum tempo eu venho pensando, eu já tenho vinte anos, e até hoje não fiz nada! Não concluí nada, não realizei nada.
Ta certo que muito gente vive muito mais dezenas de anos que isso, e ainda assim não faz nada notável.
Mas o fato é que: EU QUERO E POSSO FAZER ALGO NOTÁVEL!

E pra isso, inicialmente eu precisaria, de um lugar só pra mim...

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Mudanças

Há semanas eu tento terminar de escrever mais uma postagem nesse blog, com o intuito de... Ta, sem intuito nenhum. O que importa é que eu estou tentando, por algum motivo estranho, manter um blog pessoal atualizado com textos pessoais e com pleonasmos. E por vários motivos, não tive disposição pra devanear aqui. Motivos que não tenho a minima intenção de citar.
Então, mais importante do que o motivo³ de não escrever, é o que me levou retomar esse blog.
Hoje, há alguns minutos, eu li algo no blog de um ''amigo'' que me fez parar pra pensar um pouco só um pouco, em quando eu parei de me importar com as coisas e as pessoas de modo geral.
Diferente do que ele descreve, minha mudança foi gradativa... Na verdade, eu não notei. Quando dei por mim, já estava sendo totalmente superficial com as pessoas.
Não que eu seja ''profundo''...
Eu parei de me relacionar com as pessoas. Apenas interajo como melhor me convém. Até fujo de situações onde tenha que me expor, contar algo sobre mim. Prefiro ouvir o que os outros tem a contar, mesmo não me interessando com o que dizem.
Não, isso não é uma regra.

O que eu acho que evidencia mesmo esse meu descaso com o próximo, é o fato d'eu nunca perguntar nada sobre a vida pessoal desses a quem não considero meus amigos.

Eu me importo muito com algumas pessoas. Eu me importo com os que eu considero meus amigos. E me importo muito também com uma pessoa em especial...

Acho que dai agente já tira uma regra simples... Se eu falo de mim pra você eu me importo, ou pelo menos eu quero que pareça que me importo, mas se eu pergunto sobre como está você ou sobre o seu dia, eu te considero pelo menos meu amigo...

domingo, 19 de junho de 2011

Sobre fatos recentes

Pensei muito sobre como começar esse texto. E como bem diz o pleonasmo, devo começar pelo começo. Então vamos ao início da história.
No ano passado, acho que em Setembro, conheci uma pessoa de forma muito inusitada - ou pelo menos pra mim foi inusitada. Vou tentar resumi-la.
Ao entrar no ónibus eu vi uma pessoa que me chamou atenção, e em algum momento decidi que deveria falar com ela. Não sei se ela me viu entrar no ónibus, nem se olhou pra mim, só sei que quando olhei pra ela senti um calafrio inexplicável, e num lapso de "falta de timidez", eu sai de meu lugar no ónibus pra sentar ao lado dela. Puxei assunto, e disse meu nome. Ela disse o dela.
Prefiro não entrar em detalhes sobre esse dia, até porque até hoje eu não entendi bem como eu fui até ela, assim, do nada.
Então, continuamos nos falando e nos conhecendo. Primeiro só nos víamos no ónibus (quase nunca), depois começamos a nos falar por MSN. Tempos depois, já nesse ano, começamos a nos falar quase diariamente (ainda por MSN). E o que antes era apenas um "calafrio" foi se tornando afeto.
Hoje eu posso dizer que gosto daquela menina que conheci no ónibus, e que estou apaixonado pelo pouco que conheci dela até hoje. Sei que ainda há muito a conhecer, e que não posso me precipitar nesse sentido.
Quem me conhece de longa data sabe que quase sempre sou imediatista e precipitado, mas com ela eu prefiro que seja diferente. Quero que ela confie em mim, e que conheça, não o que eu digo que sou, mas o que eu sou de verdade.
"As pessoas mentem, as evidencias não” (Gil Grisson).

terça-feira, 24 de maio de 2011

Indo de "Oi, Tudo bem?" à "Banalização"

Nunca fui do tipo que realmente quer saber "como vai você"...

A pouco tempo eu parei pra pensar sobre isso: Eu realmente quero saber? Minha conclusão foi trágica, a maioria dos "oi, tudo bem" é apenas habitual, pra cumprir normas de educação.
Não estou dizendo que eu não me importo com mais ninguém além de mim, nem que se eu te pergunto "como vai você?" eu não estou nem ligando pra sua resposta. É muito mais simples, e me levou a outra reflexão: se eu não me importo, por quê eu continuo perguntando?
Banalização! agora é a parte de eu mudo totalmente de assunto

Muitos valores incontestáveis em outras épocas são deixados de lado por conveniencia... Digo isso por mim, apesar de ver muita gente seguindo essa linha.
É engraçado ver como agente despreza cada vez mais os valores de nossos pais, dando lugar aos nossos próprios, que parecem perpendiculares. Quando digo "agente", quero dizer "eu mesmo".
E isso não se aplica somente aos pais. Acabo banalizando coisas que eu dava valor até pouco tempo. Talvez a explicação para isso tudo é que a medida que uma pessoa cresce ela vai adquirindo experiência e se moldando conforme a necessidade do meio e tome jargão.

Então, apesar de tudo isso não fazer muito sentido, pelo fato d'eu não ter exemplificado nada, eu vou parar por aqui com meu pensamento imcompleto. E quem não entendeu fique sem entender...

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Entediado

Ouvi dizer que isso mata... O tédio...
É engraçado dizer que estou entediado. Faço tanto todos os dias, estudo e trabalho em cidades diferentes, vejo centenas de pessoas e mesmo assim cansei de tudo isso. Cansei das mesmas pessoas fazendo as mesmas piadas sem graça, cansei dos sorrisos falsos, das mentiras deslavadas e das cobranças sem sentido e principalmente, cansei de tentar agradar.
É nessa hora que você vai pensar, "nossa, que chato, já ouvi isso em mil lugares diferentes".
Eu digo:
-O problema é grave então... Epidemia?!

Pois bem, isso quer dizer que, apesar do mundo estar cheio de possibilidades, muita gente (como eu) se sente presa a uma realidade limitada. A diferença é que eu não pretendo ficar acomodado com isso. Não faz parte de minha natureza permanecer irritado. E é dessa inquietação que vem a justificativa da criação desse blog. Vou tentar relatar aqui minhas tentativas de fuga dessa realidade limitada...

"o problema de crescer é que os que não cresceram ainda perdem a graça"
Os Magos - Lev Grosman