domingo, 19 de junho de 2011

Sobre fatos recentes

Pensei muito sobre como começar esse texto. E como bem diz o pleonasmo, devo começar pelo começo. Então vamos ao início da história.
No ano passado, acho que em Setembro, conheci uma pessoa de forma muito inusitada - ou pelo menos pra mim foi inusitada. Vou tentar resumi-la.
Ao entrar no ónibus eu vi uma pessoa que me chamou atenção, e em algum momento decidi que deveria falar com ela. Não sei se ela me viu entrar no ónibus, nem se olhou pra mim, só sei que quando olhei pra ela senti um calafrio inexplicável, e num lapso de "falta de timidez", eu sai de meu lugar no ónibus pra sentar ao lado dela. Puxei assunto, e disse meu nome. Ela disse o dela.
Prefiro não entrar em detalhes sobre esse dia, até porque até hoje eu não entendi bem como eu fui até ela, assim, do nada.
Então, continuamos nos falando e nos conhecendo. Primeiro só nos víamos no ónibus (quase nunca), depois começamos a nos falar por MSN. Tempos depois, já nesse ano, começamos a nos falar quase diariamente (ainda por MSN). E o que antes era apenas um "calafrio" foi se tornando afeto.
Hoje eu posso dizer que gosto daquela menina que conheci no ónibus, e que estou apaixonado pelo pouco que conheci dela até hoje. Sei que ainda há muito a conhecer, e que não posso me precipitar nesse sentido.
Quem me conhece de longa data sabe que quase sempre sou imediatista e precipitado, mas com ela eu prefiro que seja diferente. Quero que ela confie em mim, e que conheça, não o que eu digo que sou, mas o que eu sou de verdade.
"As pessoas mentem, as evidencias não” (Gil Grisson).